Sem surpresas,
As ranhuras das desculpas são rotineiras.
Retorna o silencio que amorna as vísceras.
Já faz dias que não vê pelo mesmo diedro.
Desenha uma arvore sem papagaios.
terça-feira, janeiro 23, 2007
segunda-feira, janeiro 22, 2007
domingo, dezembro 24, 2006
Para você.
Só quero aquilo que tenho todas as manhãs.
Nada mais que a nuca desnuda e os dedos presos.
Da boca um beijo.
Do silencio, os cílios carnívoros.
Nada mais que a nuca desnuda e os dedos presos.
Da boca um beijo.
Do silencio, os cílios carnívoros.
sábado, dezembro 23, 2006
terça-feira, dezembro 19, 2006
sábado, dezembro 16, 2006
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